FAIXA DE FRONTEIRA
REUNIÃO DISCUTIU PRINCIPAIS PROJETOS DE ATUAÇÃO DO MIN
Pelotas, terça-feira, 20 de julho de 2010, 17h16min
O Ministério da Integração Nacional (MIN) em parceria com o Conselho Regional de Desenvolvimento Sul (Corede Sul) e a Mesorregião Metade Sul do Rio Grande do Sul (Mesosul) promoveram na segunda-feira (19) em Pelotas uma reunião para divulgar os projetos do Ministério e suas principais áreas de atuação junto ao Programa Faixa de Fronteira. No ato, estiveram representantes de municípios vizinhos, como Capão do Leão, Turuçu e Canguçu, bem como, representantes da Universidade Católica de Pelotas, Corede Sul, Associação de Municípios da Zona Sul, Embrapa e Emater/RS-Ascar.
Na reunião foram discutidos assuntos relativos aos principais projetos de atuação do MIN, além de esclarecimentos quanto a possibilidade de submissão de novos projetos para a região. Conforme dados apresentados pelo MIN, pelo menos R$ 6 milhões de reais estão sendo investidos na região através de planos de ações, enquanto R$ 25,7 milhões foram destinados a Região Sul do País através de emendas parlamentares.
Entre os principais projetos estão a construção do sistema de informação Brasil-Uruguai, o acordo de navegação da hidrovia da Lagoa Mirim, projeto de saneamento básico de Aceguá e construção da unidade produtiva de pescado de Uruguaiana. “Os projetos para Metade Sul, com recursos do MIN, incluem ainda ações que buscam o desenvolvimento da região, como os projetos de vitivinicultura de São Lourenço do Sul, fruticultura em Jaguarão e ligados à produção de pimenta, em Turuçu, é um grande avanço para região”, disse a presidente do Corede Sul, Selmira Fehrembach.
Em Pelotas, conforme dados da Emater, projetos ligados à produção de leite e fruticultura são os principais expoentes do uso dos recursos. No entanto, conforme o Gerente Adjunto do Escritório Regional da Emater/RS-Ascar de Pelotas, Clóvis Victória, a quantidade de recursos é muito baixo ainda para atender as necessidades da localidade. “Se analisarmos os recursos destinados ao Estado pelo MIN, cerca de R$ 6 milhões, veremos que é muito baixo se compararmos por exemplo com os R$ 12 milhões da Consulta Popular. Seria interessante se o houve, por exemplo, uma agilização política do MIN com o Fundo para a Convergência Estrutural e Fortalecimento Institucional do Mercosul (FOCEM), para algariar mais recursos para a região”, disse.